segunda-feira, 4 de setembro de 2017

FAROL - PROGRAMA AUXILIAR EDUCACIONAL À DEFICIENTES VISUAIS

Por Marcio Francisco de Souza - RU 1831385
Polo - Campo Largo Pr.
04/09/17 


 Fonte: http://falandoaverdade.com/biblioteca-municipal-francisco-meirelles-tem-espaco-especial-para-deficientes-visuais/

Como sabemos muitas das pessoas que apresentam algum tipo de necessidades especiais enfrentam inúmeras dificuldades em seu cotidiano, seja no trabalho, em casa, e até mesmo em seu lazer. Isso se deve a fragilidade e eficácia em alguns de seus sentidos que muitas das vezes não conseguem desenvolver.
No Brasil  segundo dados do Ministério da saúde cerca de 25 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, o que corresponde a 14% da população do país. Desses 25 milhões de brasileiros 40% representam o grupo de deficientes visuais, seja parcial ou total.
Felizmente existem empresas e pessoas empenhadas em facilitar, capacitar e inserir essas pessoas na sociedade e ao mercado de trabalho, restabelecendo o convívio social e diminuindo as diferenças entre os que possuem necessidades especiais daqueles que não a possuem.
Pesando nisso o professor de matemática Marcio de Souza da Escola estadual Santo Antonio localizada na região Sul de Curitiba, desenvolveu um programa em parceria com a equipe de pesquisa do setor de Engenharia da computação da Universidade Positivo de Curitiba. O programa intitulado de FAROL permite a transformação de textos escritos para a linguagem oral através de um sintetizador de voz. Também oferece a impressão em Braille, descrição de figuras, sons , gráficos e imagens presentes em textos.
O programa auxilia no aprendizado de crianças com faixa etária de 6 a 16 anos com deficiência visual de forma interativa. Toda a impressão gerada pelo programa é anagliptográfico, e toda a informação é exibida em alto relevo em um teclado de leitura que fica conectado ao computador, notebook ou celulares. Segundo o professor é um sonho que a muito tempo estava esperando uma oportunidade para se transformar em realidade e trazer mais luz as crianças com deficiência visual.
Alguns testes foram realizados, dentre os quais foi enunciado oralmente pelo aluno o nome do pássaro araponga, logo em seguida o programa identificou via internet dados sobre o pássaro, como o som de seu canto, regiões em que ele existe, nome científico, etc, além de toda a informação encontrada impressa em Braille no teclado sensitivo.
O programa é promissor e conta com o interesse de empresas renomadas no mercado de tecnologia como a Samsung e a Microsoft, que prometem viabilizar o FAROL a todos os portadores de necessidades visuais trazendo novas expectativas e inclusão as pessoas.
O único impasse para a viabilização do programa ainda é o seu custo, pois se trata de um aparato tecnológico caro devido ao teclado sensitivo e a impressora específica. Todos os esforços estão sendo feitos para que o programa seja viabilizado por um preço acessível e que muito em breve ele venha a ser uma realidade a todos os deficientes visuais do Brasil e do mundo.


Skate Adaptado leva diversão e evolução a crianças com deficiência



Skate Adaptado leva diversão e evolução a crianças com deficiência



 Bruna Nassar- 1554793

Sandra Vidal-1676076

Polo: Campo Largo

Data : 29/08/2017

                                                Alunos são suspensos numa espécie de tirolesa
                                               para deslizar no skate adaptado. Jonathan Campos/Gazeta do Povo
   

  O ano de 2016 foi especial para skatista curitibano (Heverton de Freitas, 28 anos). Além de se profissionalizar,ele estendeu para criança especiais o projeto que toca com o pai (Eloi de freitas) em que ensina alunos da rede pública a andar de skate.                                         
  Não só a  diversão, o skate adaptado tem proporcionado duas conquistas que fazem a diferença a que tem deficiência física, em especial crianças: Confiança e equilíbrio. 
Crianças com deficiências físicas tiveram oportunidade de ficar de pé na pranchinha de rodas graças ao projeto Skate Adaptado. Suspenso por um cabo de aço em cadeira de alpinista- uma especie de tirolesa, não só crianças, mais qualquer pessoa com dificuldade motora pode deslizar com o skate presos aos pés pela pista de madeira de 14 metros.    
Skate,cabo de aço, cadeira de  alpinista e uma  pista de madeira de 14 metros, quatro peças encaixadas tem arrancado sorrisos  e desenvolvimento de muitas crianças com deficiência fisíca.        Desde do começo desse ano 2.500 crianças portadoras de deficiência fisícas tiveram acesso a algo que deveria ser basico na infância mais que por negligência do poder publico que fecha os olhos para acessibilidade para elas é difícil,o direito a diversão tudo graças  ao skate adaptado.Capitaniado  pelo skatista profissional(Heverton de freitas e o pai dele Elói de freitas) o skate adaptado  permite  não só crianças  mais também adultos, cadeirantes ou com dificuldades motoras de desfrutar do prazer de deslizar na pranchinha de rodas, além da diversão o skate adaptado proporciona equilibrio  e acima de tudo confiança  não só para skate mais sim para a vida,também deu coragem necessarias  para as crianças executar movimentos.
 O projeto skate adaptado é levado para escolas entidades de apoio de deficientes  físicos-a equipe chegou a participar do teleton Brasil, a maratona televisa do SBT  arrecada dinheiro para a AACD.
                                                Jonathan Campos/Gazeta do Povo

Uma ideia aparentemente simples está tornando a vida de crianças com deficiência mais alegre. É o projeto de skete adaptado para pessoas com deficiência, desenvolvido em uma parceria entre a Prefeitura de Curitiba e iniciativa privada, lançado nesta quinta-feira(16), com apresença do prefeito Gustavo Fruet. O equipamento sera incorporados às atividades do ciclolazer, que acontece aos domingos na praça Nossa Senhora de Salete.
Doze crianças que estudam na Escola Estadual Nabil Tacla testaram o equipamento. A ideia é permitir que a criança com deficiência motora possa usar o skete, presa por um colete atado e um cabo de aço, esticado entre dois postes, que permite a movimentação com segurança.
'' É mais um projeto que torna a cidade mais inclusa, mais humana uma cidade que respeita as diferenças e tem um olhar diferenciado para crianças com deficiencias. É uma ideia simples, relativamente barata permidindo que essas crianças tenham uma atividade que normalmente a condição deelas não permitiriam. O sorriso delas já valeu qualquer custo desse projeto'', diz Fruet .
  Podemos concluir neste trabalho que todas escolas não possuem verbas suficientes para usar as ferramentas tecnológicas  com seus alunos.Contamos que através dessa modalidade o municipio adote e abrace essa causa  do projeto skate adptado para as crianças com defeciência física  pois é uma ferramenta de pouco custo que todas escolas podem ser trabalhadas dando diversão,movimento,equilibrio e auto confiancia para os alunos portadores de deficiência física.

O LIVRO QUE O DEFICIENTE VISUAL PODE LER
Por (Keryn Chiquitti de Amorim, RU 1719702)
Polo – Campo Largo - Pr
Data (07/08/2017)


 
 Fonte: http://tecenciencia.blogspot.com.br


O Projeto MEC DAISY foi desenvolvido pensando na acessibilidade e inclusão dos alunos portadores de deficiências visuais matriculados nas escolas públicas da Educação Básica. Visando uma melhor qualidade de ensino o MEC (Ministério da Educação) em parceria com a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) desenvolveu este projeto que é um software de fácil manuseio e que possibilita aos deficientes visuais a leitura e produção de livros.
O Daisy (Digital Accessible Information System) é um sistema usado no mundo inteiro para a produção de livros acessíveis que se pode chamar de livros digitais falados, onde o leitor pode acessar o livro de várias maneiras, grifar partes importantes, fazer anotações, navegar nas páginas, passar e voltar capítulos tudo através do mouse ou de teclas de atalho do teclado do computador. O programa disponibiliza o livro em formato escrito e com áudio para que o estudante com deficiência visual possa ouvir e o estudante com baixa visão consiga utilizar ampliadores de tela ou alterar o tamanho da fonte para conseguir compreender e ler o texto no formato escrito.
O Projeto MEC DAISY começou a ser pensado em setembro de 2007, onde o MEC viu a dificuldade na produção e distribuição do material em formato Braille que é um texto formado por letras escritas, mas em formato táteis, partindo dessa necessidade começou-se a pensar em um programa onde tivesse acesso ao livro em formato de texto e áudio e com ferramentas para acessos diferenciados como também a impressão do livro em formato Braille em impressora Braille ou impressão ampliada. MECDaisy é um software de distribuição gerenciada pelo MEC, mas que pode ser baixado nas plataformas digitais e ser usado por todos que necessitem dessa ferramenta.

Um exemplo prático onde se tornou eficiente e eficaz a introdução do Projeto MEC DAISY em nossas escolas da rede pública de ensino fundamental que a inclusão se faz real, tornando-a significativa para alunos onde a necessidade de planejamentos direcionados visando a plena inclusão do aluno, a Escola Professora Maria de Jesus, em Campo Largo no Paraná, implantou o projeto MECDaisy para seus alunos com cegueira total, parcial e com baixa visão, para que pudessem ter acessibilidade dos livros disponibilizados pelo PNLD ( programa nacional do livro didático) e muitos outros já disponibilizados o programa, o MEC disponibiliza aos alunos matriculados um lap-top para que possam utilizar em sua formação acadêmica. Partindo da necessidade da inclusão total dos alunos a equipe pedagógica da Escola Professora Maria de Jesus em parceria com o MEC deu todo suporte e treinamento digital que seus alunos necessitavam para que tivessem em seu trajeto escolar a inclusão que é de direito segundo a LDB 13.146/2015 sancionada dia 02 de janeiro de 2016, assim tendo um melhor desenvolvimento social e cognitivo na sua formação acadêmica, e com esse exemplo da Escola Professora Maria de Jesus, abriu-se caminho para outras escolas tanto de ensino fundamental, ensino médio, da EJA e de educação profissional também disponibilizarem em seus estabelecimentos de ensino o Projeto MACDaisy para a inclusão e não somente a inserção de seus alunos.

Alunos criam aplicativo que fazem a inclusão de jovens com síndrome de Down



ALUNOS CRIAM APLICATIVO QUE FAZEM A INCLUSÃO DE JOVENS COM SÍNDROME DE DONW
Por Rafaela Fister- 1201222
Polo – Campo Largo
Data 24/08/2017  



Fonte: Gastão Guedes / Centro Paula Souza

            Criado por alunos recém-formados no curso técnico de informática pela Escola Técnica Estadual (Etec) Doutor Emílio Hernandez Aguilar, de Franco da Rocha-SP, através de um projeto coordenado pela professora Débora Vicente, que faz a inclusão de alunos com síndrome de down. É um aplicativo que reúne jogos voltados ao desenvolvimento de crianças com Síndrome de Down, onde a criança aprende brincando. A vários jogos envolvendo letras e números, coordenação motora, raciocínio lógico, memorização, concentração e paciência.
            Esse aplicativo, pode ser baixado em um smartphone, tablet ou computador. O aplicativo reúne dez games com desafios de diferentes níveis. O jogador pode procurar animais escondidos pelo cenário, aprender números, letras e formas geométricas. Em todas as fases, uma personagem que revela qual a missão. Embora tenha sido elaborado para crianças com Síndrome de Down, pode ser usado na educação de todas as crianças, com ou sem deficiência intelectual.
“O PlayDown auxilia na memorização, raciocínio lógico, coordenação motora e autodomínio, por meio de sons, formas, cores, números, animais e letras”, diz a professora Débora.
            Com esse aplicativo é possível que o aluno com a síndrome entre em contato com a tecnologia e acima de tudo ser incluso nas atividades do dia a dia escolar. Esse aplicativo já é realidade em instituições de ensino, graças a isso alunos com necessidades especiais pode aprender letras e números, ou seja, matemática e português, as matérias básicas no ensino, nos anos iniciais do ensino fundamental.
            As vantagens desse aplicativo é que trás a esse aluno em inclusão, que pode ser o único em uma sala de aula considerada “normal”, uma forma atraente de aprender, através do colorido da tela de um computador. A desvantagem desse aplicativo, faz-se necessário um aparelho que contenha internet, esse é um dos grandes desafios que a escola publica enfrenta.

Um pouco da história da síndrome de Down...
            O aplicativo é destinado aos alunos com síndrome de Down, mas pode ser utilizado por outros alunos que não estão em processo de inclusão. A síndrome de Down ou Trissomia do cromossoma 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra, total ou parcialmente.
Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a síndrome em 1862. A sua causa genética foi descoberta em 1958 pelo professor Jérôme Lejeune, que descobriu uma cópia extra do cromossoma 21. É o distúrbio genético mais comum, estimado em 1 a cada 1000 nascimentos.
As crianças, os jovens e os adultos com síndrome de Down podem ter algumas características semelhantes e estar sujeitos a uma maior incidência de doenças, mas apresentam personalidades e características diferentes e únicas.
É importante esclarecer que o comportamento dos pais não causa a síndrome de Down. Não há nada que eles poderiam ter feito de diferente para evitá-la. Não é culpa de ninguém. Além disso, a síndrome de Down não é uma doença, mas uma condição da pessoa associada a algumas questões para as quais os pais devem estar atentos desde o nascimento da criança.
A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.
Pessoas com síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo mental leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo.
Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão cromossômico normal. Elas incluem a prega palmar transversa (uma única prega na palma da mão, em vez de duas), olhos com formas diferenciadas devido às pregas nas pálpebras, membros pequenos, tonús muscular pobre e língua portuguesa. Os afetados pela síndrome de Down possuem maior risco de sofrer defeitos cardíacos congênitos, doença do refluxo gastroesofágico, otites recorrentes, apneia do sono e disfunções da glândula tireoide.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

A REVOLUÇÃO DAS LIBRAS EM SALA DE AULA
Por Josiane Aparecida Leonel RU1700581
Polo – Campo Largo
Data 29/08/2017


 
  Fonte: https://www.google.com.br/ acesso em 29 agosto 2017

Um importante aplicativo foi criado por um grupo de alunos da Universidade Federal de Pernambuco. Em 2010 tiveram à ideia do mesmo depois de passarem pela situação na faculdade, onde não conseguiam se comunicar com o Marcelo um colega surdo, e também viam a sua dificuldade. Tiveram a brilhante ideia de criar esta ferramenta de bolso, e dividi-la com toda a sociedade.
Até chegar no modelo de hoje levou um tempo, passando por algumas adaptações para melhor atender ao surdo. O que era para ser um projeto de faculdade virou uma grande ferramenta que pode ser acessada por todos.
Na Escola Julio Nerone, em Campo Largo, existem alunos de inclusão de 12 e 16 anos com deficiência auditiva, eles tem muita dificuldades em aprender principalmente a matéria de português. A comunicação entre o professor e o aluno é difícil e limitada, pois a professora Ana da Silva não tem a formação em libras. Considerando que há necessidade dessa formação.
Essa comunicação era impossível, até Ana descobrir o aplicativo ProDeaf. Que foi especialmente criado para atender pessoas com deficiência auditiva.
Ela viu que esta é uma boa ferramenta para ajudá-la em suas aulas, pois auxiliaria na disciplina de português, onde os alunos tem mais dificuldade em aprender. Sabendo que essa matéria torna-se difícil para entender pra quem tem esse tipo de deficiência, e a interpretação de outras matérias dependem dessa língua.
Esse aplicativo trata-se de um tradutor da língua brasileira de sinais que utiliza um personagem em 3D, para apresentar as interpretações em libras para o aluno com deficiência auditiva. Permitindo às pessoas surdas, plena compreensão do conteúdo em sua língua primaria.
 O programa ouve em português e transmite ao deficiente em libras. Também há um dicionário de libras, onde se digita a palavra em português e mostra em libras, não havendo necessidade da conexão com a internet.
Com o uso desse aplicativo em sala de aula, não terá mais a necessidade de se ter um interprete para os alunos dessa língua. Já que a muita dificuldade em encontrar um profissional qualificado com essa formação disposto trabalhar em sala.
Ana da Silva utiliza a ajuda do tradutor em suas aulas, desde o inicio de 2017, quando soube que daria aulas para alunos surdos. Onde tem notado um grande progresso na aprendizagem de seus alunos. Eles conseguem dominar mais as atividades propostas. Estão tendo um aumento significativo de conhecimentos em outras disciplinas também, pois entendem melhor o que o professor esta ensinando.
A ideia de Ana deu tão certo que na escola Julio Nerone, muito mais alunos de inclusão surdos podem frequentar essa escola regular.
Os outros professores da escola, também aderiram o uso do aplicativo. Assim como Ana, também notaram uma grande diferença em seu processo de aprendizagem.
Inclusive ouve melhora na comunicação com os alunos ouvintes, antes essa, era somente realizada através de mímicas.
Não há nada mais gratificante para Ana do que ver seus alunos aprendendo sem grandes dificuldades.

Um aplicativo que foi criado para uma comunicação interna virou, uma grande ferramenta pedagógica onde ajuda milhares de pessoas.

Tecnologia a serviço da inclusão de alunos cegos

TECNOLOGIA A SERVIÇO DA INCLUSÃO DE ALUNOS CEGOS

Por Elisângela Lunardon – RU 1800345
Polo – Campo Largo

22/08/2017
                                   
                            Fonte:  http://clokaki.com.br/wp-conten/uploads/2013/04/leitura_em_Braile.jpg

Usuários podem converter textos gratuitamente com a ferramenta “Braille Fácil”, desenvolvida por professor da UFRJ.
Professor José Antônio Borges, da UFRJ criou um aplicativo para celular que traduz textos do Braille para o português. O desenvolvimento do aplicativo é muito útil para o entorno das pessoas cegas.

Por quê? Segundo o professor pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os docentes de sua região não conseguem entender o que alguns de seus alunos cegos escrevem em Braille. Este foi o primeiro passo para o desenvolvimento do aplicativo.

O desenvolvimento do aplicativo é muito útil para o entorno das pessoas cegas. Foi o que explicou o professor: “não é destinado aos cegos, mas às suas famílias, aos seus amigos e principalmente aos seus professores".

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estimou que o número de crianças com deficiência visual em todo o mundo equivale a 19 milhões, dos quais 12 milhões sofrem de erros de refração, facilmente diagnosticáveis ​​e corrigíveis. Cerca de 1,4 milhão de crianças menores de 15 anos sofrem de cegueira irreversível e precisam de intervenções de reabilitação visual para o seu pleno  desenvolvimento psicológico e pessoal.

De acordo com o censo realizado em 2010, no país existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo 582 mil cegas e seis milhões com baixa visão.

Como funciona?

Seu funcionamento é muito simples e prático. Os professores poderão baixar ou carregar uma foto de um livro ou texto em Braille no aplicativo, depois deverão cortar a imagem e enviá-la para processamento. O resultado é a sua decodificação para o alfabeto português.

Com o uso do aplicativo, os professores que trabalham principalmente em escolas especiais para crianças cegas não precisam aprender esse tipo de linguagem. Hoje, utilizam máquinas Perkins para decodificar textos. Com as novas tecnologias, se facilitaria seu trabalho no âmbito da educação, como o será para todo o entorno familiar de um cidadão cego.

Seu uso na escola

A ideia central dessa criação é que o aplicativo possa ser usado nas escolas, como primeiro passo. A primeira escola que o professor visitou com seu projeto foi a Escola Especial Professora Maria, a qual está localizada na área central da cidade de Campo Largo e as salas de aula têm entre 4 e 5 alunos, com idade de 4 a 13 anos.

Muitas pessoas que são cegas ou deficientes visuais não têm a possibilidade de frequentar escolas regulares porque seus educadores não conhecem o sistema de escrita e leitura. Nesse sentido, o professor enfatizou que a criação do aplicativo “é uma ferramenta para integrar escolas regulares porque seus professores não precisam saber o Braille”.

Enquanto isso, nas escolas especiais que já recebem ou possuem conteúdos nesta língua e hoje são decodificadas com máquinas manuais, com a introdução do “Braille Fácil” se “facilitará a inclusão e aprendizagem de crianças cegas ou com deficiência visual”, explicou.

O professor, em sua visita à escola, ficou surpreso com a importância que o sistema Braille continua a ter para os alunos. O professor observou que “para os cegos é insubstituível porque eles desenvolvem o senso de toque”, manifestou e ficou surpreso com a forma como uma menina “lia equações de 2º Grau em Braille”.

Maria Julia, professora naquela escola, comentou que o aplicativo está se mostrando muito útil, pois facilita a comunicação com os alunos cegos e espera ver a expansão do uso dessa ferramenta, a qual pode ser fundamental para a aprendizagem de pessoas com deficiências visuais ou cegas.
A ansiedade é que este aplicativo esteja pronto o mais rápido possível, pois segundo o professor, ele ainda está se preparando para o lançamento em breve de algumas novas funções. Uma deles será que depois de ter o texto decodificado em português, os alunos também o possam ouvir. Ou seja, o aplicativo Braille converterá o texto em áudio.

INDEPENDÊNCIA AO ALCANCE DA BOCA

Por Claudia Sant Anna Andrade, RU:1749340
Polo – Centro Universitário Uninter Campo Largo
Data:01/09/2017


                Conquistando a autonomia através de um equipamento revolucionário.


Veja.com

A tecnologia veio para proporcionar as pessoas com deficiência maior independência de vida e inclusão social através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidade de aprendizagem trabalho e integração com a família, amigos e sociedade, são criadas para finalidades de uma formação a educação mais acessível ao aprendizado ao serviço da inclusão de adolescentes. Assim podendo ter o uso de um computador modificado, com teclados alternativos, livros e publicações em áudio, planilhas eletrônicas, sublinhadores gráficos, software para reconhecimento da fala, leitores de telas e sintetizadores de voz a mesa digital,  para o aprendizado ser mais fácil para a interpretação devida do que se esta aprendendo e conseguir se adaptar a sala de aula. Consegue se ensinar cada vez mais aos nossos jovens que não estão conseguindo se adaptar a sala de aula.

Seu uso pode se adequar a qualquer disciplina, desde que a instituição escola possa estar adequada e consiga ajudar aos professores a buscarem meios para que suas aulas e seus objetivos sejam atingidos. Mas devido á solicitação de especificar a qual matéria seria utilizado, usarei em Historia , ao decorrer do fundamental dois e ensino médio , a qual possamos desenvolver um trabalho  com a ajuda da equipe pedagógica, mostrando que esses alunos são capazes e que conseguem estar inseridos dentro da sala de aula com alunos da mesma idade e com suas habilidades podem demostrar suas capacidades e se sentindo dentro do ambiente social e escolar.
Utilizando esse método para alunos que possuem falta de fala ou com limitações possam estar inserido na sala de aula para que possa ocorrer o aprendizado cada vez melhor.
Pois esses alunos possuem habilidades a quais nem eles mesmo acreditam ser tão especiais mais com todo essa tecnologia que veio para ajuda-los a construir sonhos a quais poderão no futuro exerce-los. Como toda a sua tecnologia veio para beneficiar ela acaba gerando conflitos, pois ela também possuem seu lado oculto que precisa ser estudado para que possa alcançar objetivos de forma que nos traga para a realidade.
Mas sabe-se que isso ainda esta longe do alcance de ser real, pois se os pais desses alunos não tiverem condições financeiras para arcar com esses mecanismos tecnológicos não e fácil, pois depende-se da instituição a qual  temos muitas falhas e não se consegue arcar com despesas tão grande. Pois a educação se encontra de forma falida a qual não se depende de nos professores mas sim de alguém que possa lutar pelos direitos de uma educação de qualidade. Pois nossas escolas se encontram sucateadas, sem aparos, falta de investimentos, assim sendo  acaba influenciando na situação de hoje em dia, é inevitável pensar como formar sujeito capazes de serem inseridos na sociedade moderna, tecnológicas, se a  própria escola, se encontra-se desprovida de aporte tecnológico.
Mas porque não começarmos a nos dedicar com pequenos gestos que nos ajude a entender como a educação pode ser algo esplendoroso, e que com amor a profissão possamos ajudar de forma a qual nos busquemos cada vez mais por conhecimento para ajuda-los, independentemente de qual for o seu tipo de deficiência, devemos estar sempre dispostos a entender e ter compreensão de tudo que esta ao seu redor, mesmo tendo muita dificuldade para que isso possa acontecer de forma a qual nos traga o retorna da satisfação de ter feito algo que possa ser reconhecido pelos alunos que estão ali em sala, e que nossos governantes possam ver a educação com outros olhos, e que percebam que os professores precisam de mas cursos profissionalizantes para ajuda-los a entender cada vez mais  a se tornar profissionais atuantes na sua formação trazendo cada vez o seu melhor pois e isso que se espera. Assim podemos nos tornar cada vez melhor para a realização profissional desses alunos que ali esperam ter dignidade, respeito, e estar inserido na sociedade como pessoa, cidadão.