segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Inclusão na Educação Infantil

Inclusão na Educação Infantil
Elisangela Cristina de Almeida Rosa. RU: 653174
Polo – Cidade Campo largo
Data 11/09/2017



 
 Imagem do Google

Trabalhar a inclusão na Educação Infantil, pode ser um desafio para os professores, como comenta a educadora de um Centro de Educação Infantil, mas é gratificante quando você vê a evolução constante da criança. Na sala do Maternal II, tem uma aluna com deficiência auditiva, e a professora e a intérprete de LIBRAS ( Língua Brasileira de Sinais) se esforçam para promover a integração da aluna nas aulas.    
Logo no início das aulas, quando foi confeccionado o alfabeto para ser exposto na parede da sala de aula, foi colocado ao lado da letra a figura do sinal correspondente a ela em sinal de LIBRAS, as palavras coladas nos objetos da sala como, porta, cadeira, mesa e afins, também foi colocado a figura de LIBRAS que os representavam, também foi feito assim no refeitório dos alunos, com figuras de diversas comidas e seu sinal de LIBRAS  correspondente;
Para as aulas, a educadora prepara muitos recursos visuais para melhorar o entendimento da aluna, usa bastante a televisão e o aparelho de DVD, onde coloca vídeos para crianças que contenham conteúdo visual que a aluna possa interagir juntamente com todos, um dos desenhos é do pingüim Pingu, onde as expressões faciais dos bonecos substituem as palavras, apesar de haver sons de fala, são essas expressões que fazem o entendimento do enredo, sendo um dos preferidos dos alunos daquela sala.
A professora tem ajuda da intérprete de LIBRAS, que explica e auxilia para que a criança, que ainda está em fase de aprender a Linguagem de Sinais, entenda. Em alguns dias a aluna tem aulas em uma escola da cidade que tem uma classe somente com surdos, onde com a mesma é trabalhado a aquisição da linguagem de sinais.
Na conversa com a educadora, ela enfatizou a importância da presença da intérprete de LIBRAS na sala de aula, pois a mesma a auxilia a fazer os planos de aulas no seu período da permanência, trazendo idéias para o uso de recursos tecnológico, entre outros, para melhor interação da criança com os colegas, professora e seu entendimento dos conteúdos da aula. Um dos recursos é grandes livros ilustrados que a educadora usa para contar histórias, pois as figuras de tamanho maior ajuda a  visualização, e com o auxílio da intérprete se torna um momento de interação completo entre os alunos da sala de aula.
A criança tentou usar o aparelho no ouvido, mas não foi adequado para ela, que se recusava a usá-lo. pois trazia desconforto por ser grande demais, não sendo estável na adaptação da orelha da aluna, caindo muitas vezes, e a família não insistiu para que a mesma o usasse e está aguardando a resposta do hospital quanto ao que fazer, sendo que um aparelho menor e moderno seria no entendimento da família, o ideal.
Com os recursos visuais feitos pela educadora e a intérprete, houve, segundo elas, uma melhoria na aquisição da LIBRAS pela aluna, e até entre os outros alunos da sala de aula, que aprenderam a fazer alguns sinais, melhorando a interação entre todos. O uso do aparelho de DVD para a professora é essencial, pois permite que ela grave conteúdos para suas aulas no pen-drive, onde ela procura material que possa ser passado para a turma que contenha conteúdo para a aluna com deficiência auditiva,  como histórias ilustradas, desenhos entre outros.  
Para a professora é importante sempre procurar se atualizar para conhecer métodos que permitam uma interação melhor entre professor/aluno com deficiência, e que as aulas sejam proveitosas para todos.


O NOVO TRADUTOR VIRTUAL DE LIBRAS COM ACESSO GRATUITO
Por: Josiele Maria Gonçalves RU 436654
Imagem relacionadaPolo: Campo Largo – Cidade de Campo Largo - PR
Data: 11/09/2017

Fonte: Site VLibras


Com a necessidade da inclusão social de crianças e jovens com deficiência auditiva na escola, e levando em consideração todas as dificuldades de comunicação destes alunos, o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), por meio da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), criaram o aplicativo Suíte VLibras ele é um conjunto de ferramentas computacionais de código aberto, responsável por traduzir conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS, tornando computadores, dispositivos móveis e plataformas Web acessíveis para pessoas surdas.

O Suíte VLibras funciona como um tradutor de texto e áudio em Libras. Todo o texto digitado ou falado no aplicativo é interpretado pelo personagem Hugo, o tradutor do programa. Após seu cadastro efetuado no site com login e senha, o download pode ser realizado no site: www.vlibras.gov.br, em seguida, basta selecionar o texto que se deseja traduzir e dar um play na janela do VLibras. O usuário também pode configurar a velocidade da tradução e o tamanho da janela de visualização. 

 O VLibras recebeu premiações importantes como Melhor Aplicativo Social do Mundo no ano de 2013 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e já possui, aproximadamente, um milhão de downloads. Está disponível para os sistemas Android e IOS e também pode ser instalado nos computadores como um programa ou como uma extensão do navegador utilizado.
O aplicativo pode ser usado em salas de aula, como um recurso complementar de comunicação entre professores, alunos e intérpretes ou em casa, entre pais e filhos e a família. Estudantes de Libras também podem reforçar o vocabulário com a ajuda do aplicativo.
Muitos profissionais da educação já foram voluntários e aprovaram o uso do Suíte VLibras em sala de aula, como a professora Milena, que leciona língua portuguesa no 6° ano na escola D. Pedro I, na cidade de Itajaí em Santa Catarina. “O recurso tecnológico do VLibras está somando e fazendo a diferença pro aluno com deficiência, porque ele auxilia na inclusão deste com relação ao entendimento quanto aos estudos. As dificuldades deles são tantas e nós como professores necessitamos aprender mais sobre os alunos deficientes, por isso no momento o aplicativo se faz presente em algumas atividades.” Diz a professora sobre o aplicativo. A aluna Taiane desta mesma instituição, aluna de Milena, expressa sua opinião em LIBRAS, traduzida pelo intérprete de sala, Diego Grande, enriquecendo nossa reportagem e nos conta que já usou o aplicativo quando fazia trabalho em equipe no contra turno e se sentiu muito feliz, porque as colegas usaram o VLibras para se comunicar com ela para que compreendesse o conteúdo do trabalho em questão. Ela apresentou para os amigos mais próximos e familiares este recurso para ajudar na comunicação com estas pessoas com quem convive mas não sabem se expressas em LIBRAS.
No entanto, especialistas alertam que aplicativos como esse são apenas paliativos e não substituem o intérprete de Libras. A língua de sinais precisa ser interpretada no contexto da conversa e não somente como palavras como o tradutor de palavras, que pode não levar ao aluno a mensagem correta e coerente do texto.
Atualmente, são vários os aplicativos disponíveis para melhorar as oportunidades de aprendizado das pessoas com deficiência, permitindo a interação em sala de aula com o grupo num todo, driblando as dificuldades e ainda, visando planos para o futuro de cursar uma faculdade, curso técnico, especialização, etc.

Aplicativos para estimular a leitura e a escrita de pessoas com dislexia



Aplicativos para estimular a leitura e a escrita de pessoas com dislexia
 Com a função de estimular a leitura e a escrita dos jogadores com dificuldades de aprendizagem.

Por Suelem Maria Ferreira Luiz  RU 985469
       Patrícia do Rocio Marcon    RU 992969
       Marilda Alfanio de Andrade RU 996636

Polo Campo Largo
Data: 08/08/2017

Descrição: Resultado de imagem para tablets e smartphones
Fonte: IPG Média Lab

Imagem relacionadaA tecnologia trouxe uma série de benefícios para a população. Com a finalidade de ajudar crianças com dificuldade na fala e organização de ideias, três alunas do curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Uninter do Paraná, polo de Apoio Presencial da Cidade de Campo Largo, desenvolveram um aplicativo para celulares e tablets que exercita o raciocínio e estimula o aprendizado.
Nos dias 03, 04 e 05 de agosto aconteceu na Universidade, uma feira de empreendedorismo, onde os alunos puderam participar de palestras, agregar valores, saber identificar oportunidades e
transformá-las em um negócio lucrativo. Através do empreendedorismo social, que difere do “clássico”, que tem como objetivo melhorias e soluções para a sociedade. Com o apoio e parceria dos professores, as alunas do Curso de Pedagogia: Patrícia do Rocio Marcon, Suelem Maria Ferreira e Marilda Alfanio de Andrade, do último período, desenvolveram aplicativos para jogos, com versão para tablets e smartphones.

Os jogos, que foram testados por crianças, entre 6 a 11 anos, que passam por tratamento de dificuldade de aprendizagem no CEMAE (Centro Educacional Municipal de Atendimento

Especializado), e a Escola Municipal Professora Neuza em Campo Largo - Paraná, com projetos voltados também a estimulação, leitura e a escrita de crianças e adolescentes com dislexia. Durante o período de testes notou-se algumas vantagens como:  concentração, criatividade, agilidade no raciocínio e a clareza na exposição das ideias, porém, notaram-se também algumas desvantagens como: menor controle emocional e cognitivo. Os games já estão disponíveis para download gratuito na Android Market.
O grupo que ficou com o primeiro lugar ganhou uma viagem aos EUA, para Janeiro de 2018, para conhecer o MIT – Massachusetts Institute of Technology, o CAST- Center for Applied Special Technology e o Programa Design That Matters. Os demais grupos participarão do 10º Encontro Anual da Rede CDI, em Florianópolis, no Estado de Santa Catarina.
A comissão julgadora contou com os seguintes integrantes: Rodrigo Baggio, empreendedor social; Carolina Toledo Piza, neuropsicóloga, Fernanda CristinA Oichenas, fonoaudióloga,e com o seleto grupo de docentes da instituição, Fátima e Silva de Freitas, Maria Cristina Trois, Laima Irene, Mário Sérgio Michaliszyn, Kátia Cristina Soares, Helena Leomir de Souza, pediatra  Angélica Santos Muchinnsky e o universitário Victor Generoso.
O CEMAE se dedica a gerar, promover e divulgar ações que tenham impacto positivo na vida de crianças e jovens com transtornos de aprendizagem. E, para o desafio, os estudantes receberam apoio técnico de fonoaudiólogos e neuropsicólogos da Instituição para entender as reais necessidades dos usuários dos games.
Os jogos
O game “Estrelário” apresenta sílabas ao mesmo tempo em que as pronuncia, motivando o jogador a preencher as lacunas da palavra cruzada. O jogo “O mundo das cores” explora a memória de palavras em um quebra cabeças. E o “Arqueiro” envolve a associação de palavras ouvidas à sua ortografia.

Semana da Dislexia
A Semana da Dislexia é uma iniciativa do Instituto ABCD e foi inspirado na Dyslexia Awareness Week, que ocorre no mesmo período na Inglaterra, envolvendo toda a sociedade em torno de um assunto que atinge cerca de 6% da população. No Brasil, são aproximadamente 7,5 milhões de pessoas com dificuldades de aprendizagem.

SERVIÇO:
Premiação Desafio Empreendedor Social
Data: 19/08/2017
Horário: 11h
Local: Uninter – Polo de Campo Largo – PR.
Inscrições: Evento exclusivo para universitários e convidados.

Fonte: Equipe de Graduandos de Jornalismo da Uninter.

















A fantástica história do LIVOX, o aplicativo que mudou a vida de Clara e de muitas pessoas.

Imagem relacionadaPor: Gislaine de Lara, RU: 275627 e Gabrielle Machado Taborda dos Santos, RU: 1782012
Polo: Campo Largo – Cidade: Campo Largo
Data: 11/09/2017
Fonte: BLOG DO TAS


Tudo começou quando Carlos Pereira, Analista de Sistemas, teve uma filha chamada Clara com paralisia cerebral. Em meio às dificuldades de comunicar-se com a menina e sabendo que só existiam aplicativos desenvolvidos em Inglês, Pereira criou um software por conta própria em Português. Assim surgiu o LIVOX, o novo aplicativo instalado no Tablet que auxilia pessoas com dificuldades e doenças que afetam a fala. Essa nova forma de comunicação alternativa atende as necessidades mais básicas como emoções e desejos, e tudo isso através de um simples toque na tela, que conta com um teclado virtual inteligente que reproduz a fala automaticamente por comando de voz as palavras e o que está sendo digitado, facilitando a comunicação entre usuários promovendo sua interação. A poderosa plataforma chamada LIVOX, que significada liberdade e voz, segundo o empreendedor Carlos, veio para dar forças a famílias que antes utilizavam outras formas de conversação. O aplicativo pode ser utilizado em conjunto com textos, servindo para as pessoas se comunicarem e aprenderem. Cada interface do programa atende diferentes necessidades e limitações conforme o grau de deficiência do usuário, desde autismo, ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) e sequelas de AVC. A equipe conta com profissionais de ponta, desde fonoaudiólogos, terapeutas, psicopedagogos, engenheiros de softwares e outros colaboradores.
Sua tecnologia é fundada em algoritmos inteligentes, com notoriedade para o IntelliTouch, que percebe e se desdenha a diferentes graus de deficiência motora, cognitiva e visual, sendo  preparado para reparar o toque equívoco ou imperfeito na tela do tablet. Ele também permite a criação de pranchas com imagens personalizadas, compartilha assuntos e conteúdos.
Atualmente podemos encontrar o LIVOX em sala de aula para todas as faixas etárias, ele é usado pelo aluno a todo o momento, pois o aplicativo possui o benefício da criança expressar-se, expor sua vontade e sentimentos. Lembrando que o LIVOX abrange todas as disciplinas, efetuando a mediação do professor com o aluno, facilitando a compreensão de conceitos, leitura e entendimento. O objetivo do programa é que a criança mantenha contato com o professor, a família e os colegas constantemente, respondendo seus comandos, podendo pronunciar-se e se desenvolver como ser humano. O LIVOX capacita as pessoas com deficiência para uma vida melhor, e as tecnologias junto com a educação mediam esse processo.
Jhonatan Santos, 19, o primeiro estudante da rede municipal a usar o aplicativo em sala de aula. Para a diretora Bianca Simonetti, além de ganhos na comunicação e na aprendizagem, a tecnologia “dá protagonismo aos alunos”. Após a experiência com Jhonatan, o secretário da Educação do Recife, Jorge Vieira, conta que o aplicativo passou a fazer parte da política de educação inclusiva. “Já temos 500 tablets com Livox instalado, 260 deles estão com o aluno e sua família. Outros 240 já foram distribuídos em 111 escolas que têm sala de multirrecursos onde os alunos são atendidos”, diz o secretário. (UOL, 2016).
A desvantagem de toda essa tecnologia é que o governo brasileiro precisa de recursos para levar o LIVOX às famílias necessitadas e ainda não foi adotado como uma política pública. Já as vantagens são inúmeras, começa com o nível de comunicação, que antes era precário havendo exclusão com os demais, até o nível de aprendizagem, iniciando pela alfabetização que podemos desenvolver com os usuários. A nova ferramenta aproxima os usuários e os inclui na sociedade.
Nos tempos e hoje a tecnologia assistiva é o novo termo relativamente novo, e voltado à tecnologia utilizada por alunos que necessitam de autonomia para realizar algum tipo de atividade que antes parecia impossível devido a possuir algum tipo de deficiência, auxiliando a sua inclusão na sociedade. A criação e o desenvolvimento de equipamentos estão contribuindo para que esta inserção da grande parte da população aconteça.





sábado, 9 de setembro de 2017

MEC ANUNCIA LIBERAÇÃO DE VERBA DE 2 MILHÕES DE REAIS PARA APOIAR A ALFABETIZAÇÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

MEC ANUNCIA LIBERAÇÃO DE VERBA DE 2 MILHÕES DE REAIS PARA APOIAR A ALFABETIZAÇÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA
Por Paula Rodrigues Camargo RU 483055
Polo – Campo Largo
Data 11/09/2017


 
 










Fonte: Brasil.Estadão
A partir de Outubro de 2017 as instituições de Ensino do Estado do Paraná serão contempladas com um novo material de apoio. Está previsto a distribuição de aproximadamente 4 mil equipamentos entre 600 locais (Escolas Públicas, APAES e ONG´s). As instituições foram selecionadas de acordo com o grau de necessidade e da quantidade de alunos com deficiência auditiva atendidos. O material que será entregue trata-se de uma mesa digital Playtable. A mesa digital tem um aplicativo ‘contador de histórias’ que apresenta na tela – com animações, narração, efeitos em áudio e texto – livros de diversos autores. Segundo Ventura (2017) a aquisição deste material irá contribuir para o ensino, pois crianças surdas ou com deficiência auditiva não participavam totalmente do processo de aprendizado. Por isso, foi incluído no aplicativo uma janela com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Um detalhe importante dessa inclusão é que o tempo da narração, a passagem das imagens, os destaques do texto e toda a dinâmica da história estão perfeitamente sincronizados com a interpretação em Libras, o que permite à criança surda acompanhar tudo exatamente na mesma velocidade da ouvinte.
Antes da aquisição dos 4 mil equipamentos, foi realizado um teste na Escola Araújo Auer que atende cerca de 50 alunos com deficiência auditiva, o projeto foi implantado por cerca de um ano e os resultados obtidos foram surpreendentes. Verificou-se que os alunos que tiveram o acesso a mesa digital tornaram-se mais motivados a aprender, melhorou o desenvolvimento do entendimento bilíngue das crianças e proporcionou uma maior independência do aluno no que se refere a leitura. Com isso, a criança surda conseguiu vivenciar o mesmo momento de contação da história e o mesmo momento lúdico como uma criança ouvinte.
“Um livro é formado por vários elementos – escrita, visual e enredo – e o professor sabe quando precisa repetir uma frase, uma palavra, ou voltar em uma cena para recontar a história. O aplicativo tem vários recursos para adiantar, retroceder, pausar o vídeo e a criança, mesmo sozinha, pode interagir com o player e ver novamente uma parte específica da história, com a Libras totalmente sincronizada”, explica Cristiano Sieves, especialista em ludopedagogia da Playmove, empresa que fabrica a comercializa a PlayTable.
A entrega oficial dos materiais ocorrerá no final de setembro em uma conferência realizada pelo próprio MEC em Brasília, estarão presentes o Governador do Estado do Paraná os diretores das instituições contempladas.
Este será um novo passo conquistado pela inclusão destes alunos não só na escola mais no acesso aos materiais de literatura potencializando seu aprendizado.




sexta-feira, 8 de setembro de 2017

ESCOLA DA CAPITAL PAULISTA SE TORNA REFERÊNCIA AO UTILIZAR APLICATIVO PRODEAF






De: Luciana Aparecida de lima
Polo- Campo Largo
RU-1368195

Escola Getúlio Vargas se destaca ao utilizar aplicativo ProDeaf com alunos surdos.
A escola Getúlio Vargas ao enfrentar problemas na inclusão de alunos com dificuldades na aprendizagem vem utilizando a ferramenta tecnológica ProDeaf para facilitar a aprendizagem desses alunos e tornar a comunicação de alunos surdos com alunos ouvintes.
Hoje em dia é comum se ouvir falar de inclusão nas escolas sejam estas particulares ou públicas, segundo o Censo Escolar entre 2005 e 2011 as matrículas de crianças com alguma necessidade especial em escolas regulares cresceu 112% e chegou a 558 mil crianças porém são poucas as escolas que se preocupam em tornar essa inclusão uma realidade, a maioria das escolas carecem de profissionais capacitados para ofertar ensino de qualidade para alunos com alguma necessidade especial entre outros problemas como a falta de infraestrutura e/ou a falta de materiais adequados. a ONU e o governo brasileiro que o lugar de toda criança é em uma escola convencional.
No ano de 2016 a escola Getúlio Vargas se deparou com um grande numero de alunos surdos matriculados o que despertou a atenção de gestores em relação a melhor forma de inclusão de alunos surdos em uma escola antes só de alunos ouvintes. Buscando a resposta de como facilitar a aprendizagem de alunos surdos em uma escola de alunos ouvintes e de melhorar a comunicação entre ambos o diretor foi buscar na tecnologia a solução para essa problemática.
O ProDeaf um software de tradução de texto e voz na língua portuguesa para Libras foi a solução encontrada. O aplicativo funciona com uma avatar que faz a tradução para a Libras , foi criado por alunos surdos e ouvintes em uma Universidade federal de Pernambuco disponível para versões  IOS e Android o aplicativo também traz um dicionário de Libras.
Com o uso desse aplicativo os alunos tiveram um maior desempenho na aprendizagem . A comunidade mostrou-se satisfeita com a solução encontrada pela escola.
Há muitos sofismas quando o assunto trata-se de inclusão no meio escolar, discursos elaborados que defendem uma igualdade quando na verdade o que se faz necessário é a busca por equidade oportunidade igual para todos, a diferença deve ser levada em conta para se encontrar meios para superá-la foi o que fez a escola Getúlio Vargas.
Estes são alguns exemplos de aplicativos que auxiliam na inclusão de pessoas com alguma necessidade especial: Virginia ajuda deficientes, CPqD Alcance, RAY para deficientes visuais, Alfabeto Libras, eo ProDeaf.

por : CLAUDINEIA PADILHA              RU: 1954137


TECNOLOGIA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Aparelho com entrega gratuita foi aprovado por pesquisadores da UFSCar.
Novo sistema funciona como um microfone sem fio e custa até R$ 8 mil.

Do G1 São Carlos e Araraquara  



   Essa tecnologia chamada de sistema de frequência modulada pessoal, é  uma tecnologia que facilita o aprendizado  de alunos com deficiência auditiva em sala de aula. O aparelho é feito na Suiça e custa até 8 mil reais  , mas , o Ministério da Saúde decidiu oferecer o sistema pelo Sistema Único de Saúde (SUS.)
  O aparelho funciona como um microfone sem fio, que leva a voz do professor direto para o aparelho de audição da criança.
   Além do ruído, outro problema que pode atrapalhar o aprendizado é a distância entre o professor e o aluno. O sistema de frequência modular reduz o ruído da sala de aula .
    O professor fica com o transmissor e com o microfone, que capta a sua voz. Esse sinal é encaminhado por rádio frequência para o receptor, que é uma peça acoplada no aparelho auditivo do aluno
Teste
O equipamento foi testado durante seis meses com mais de 200 alunos entre 5 e 17 anos de escolas públicas de todo o país, incluindo estudantes de Campinas, Ribeirão Preto, Botucatu, Lençóis Paulista, Prudente e Bauru (SP).  E foi observado que a tecnologia ajuda no desenvolvimento de várias habilidades , trabalha a fala , a localização, a sua atenção, concentração  e com isso o aluno  acaba tendo melhor desempenho escolar.
Liberação

 O Ministério da Educação vai preparar professores para ajudar a identificar os alunos que tenham problemas de audição. Os estudantes serão encaminhados para os postos de saúde para  exames com médicos especialistas, que serão responsáveis pela configuração do aparelho, se a necessidade for confirmada.