domingo, 27 de agosto de 2017
A tecnologia a serviço da inclusão.
Por :Neide Maria Alvarez de Campos.
Polo – Campo Largo - PR
Data 27/08/2017
A tecnologia a serviço da inclusão: na era das tecnologias o uso de recursos de softwares cada dia
mais elaborados, trazem infinitas possibilidades e facilidades para pessoas da área da educação,
bem como para àqueles que careciam de métodos mais adequados às suas necessidades.
A exemplo: os portadores de autismo.
Cientistas tanto na área da saúde quanto na área pedagógica a muito vem demonstrando que é
possível aos autistas o desenvolvimento escolar, claro que se utilizados os métodos adequados ás
suas necessidades específicas. Entretanto, para os profissionais da educação a demanda de tempo
e recursos para o preparo de materiais específicos para o desenvolvimento do trabalho é grande
para o pouco tempo e recursos destinados a este fim.
Nesta geração, a tecnologia vem trazer um salto na historia da educação de pessoas com
necessidades especiais. Dentre os recursos mais inovadores, está o aplicativo “ABC Autismo”. Este
software vem sendo desenvolvido pela Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de
Alagoas (IFAL) – Campus Maceió – Maceió – AL – Brasil, com o intuito de ajudar no
desenvolvimento cognitivo da criança com autismo, as atividades propostas por este começam em
um nível bem fácil e conforme as tarefas são cumpridas o nível de complexidade aumenta, o
aplicativo se apresentou muito eficiente uma vez que ele conduz a identificação da resposta do
exercício. A intenção no desenvolvimento desta ferramenta é de contribuir com o processo de
alfabetização dos portadores de autismo independentemente do nível do transtorno ou da idade de
cada indivíduo.
Conforme depoimentos dos professores e pais da Escola Aloizio Teixeira em Ponta Grossa – PR, a
ferramenta tem sido muito útil pois desperta o interesse dos alunos e estes tem obtido excelentes
resultados, inclusive muitos pais tem feito uso dele em casa também, pois além de prender a
atenção das crianças, ela tornar a aprendizagem muito divertida, uma vez que sua utilização é
conduzida de forma a não causar frustrações no decorrer das atividades.
Porém tanto os desenvolvedores do aplicativo quanto os profissionais da área da educação não
indicam este recurso como único método de aprendizagem e sim como parte dela.
O aplicativo encontra-se disponível para download gratuito no sistema Android.
Fontes:
http://www.lbd.dcc.ufmg.br/colecoes/sbsi/2014/0039.pdf
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.dokye.abcautismo&hl=pt_BR
https://youtu.be/jXWtWbqDOXg
https://www.google.com.br/search?q=abc+autismo&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjozI6dz_jVAhUK22MKHe8NAYgQ_AUICigB&biw=1366&bih=662#imgrc=Od_7a2w8dJHbGM:
Educação inovadora deve ser o “Espelho” do mundo - VLibras e WikiLibras
Educação
inovadora deve ser o “Espelho” do mundo VLibras e WikiLibras.
Por Jeruza Feld RU 1510059 e Simone Dias
Gramacho RU 1020554
Polo PAP Campo Largo – Cidade Campo
Largo
Data 27/08/2017
Como
a nova ferramenta VLIBRAS e WIKILIBRAS veio para os surdos transformar os
conteúdos em Libras. Transformações tecnológicas e digitais que impactam o
cotidiano dos estudantes devem ser consideradas para reinventar o ensino, o
resultado de uma parceria entre o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e
Gestão (MP), Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) e a Universidade
Federal da Paraíba (UFPB), desenvolveram um conjunto de ferramentas para
algumas escolas e a escola Centro Integrado de Estudo André Gadelha na Paraíba
está divulgando para downloads gratuitos, os aplicativos VLibras e também o
aplicativo WikiLibras. O aplicativo VLibras consiste em um conjunto de
ferramentas computacionais de código aberto, responsável por traduzir conteúdos
digitais em (textos, áudios e vídeos) para língua de sinais - Libras. Já o WikiLibras é um sistema para
correção e inclusão de novos sinais exemplo um dicionário em aberto que através
desta ferramenta, podemos gravar um vídeo com um sinal, onde este será enviado
para um programador reproduzir em um boneco (avatar) em 3D.
A nova versão foi desenvolvida para
atender surdos, pais, onde os professores da escola Centro Integrado de Estudo
André Gadelha na Paraíba utilizam e mostram para outras escolas públicas e até
mesmo particulares, redes, sistemas de ensino e franquias, e para aqueles que
querem obter um diferencial nos estudos em Libras fazerem uso desta ferramenta
que está disponível para downloads gratuitos no site http://www.vlibras.gov.br
e http://wiki.vlibras.gov.br com fácil aplicação em computadores, Smartphone e tablets.
Nos dias atuais o nosso sistema
educacional como o português obtém 300 mil palavras nas quais utilizamos
diariamente, já em Libras somente têm de 10 a 15 mil sinais definidos para
comunicação entre si ou externo, ao contrário do que muita gente pensa, a
maioria das pessoas surdas não são alfabetizadas em português “contam as
professoras do André Gadelha”. Além de
ter, muitas vezes, dificuldade de acesso à educação, têm a barreira do
português, que não é sua língua materna e sim sua primeira língua é a de
sinais. Mas os professores da escola Centro Integrado de Estudo André Gadelha
na Paraíba já mudaram a forma de estudo em sala de aula e utilizam nas aulas de
português essa ferramenta onde mudou a forma de explicar e utilizar esses
recursos na alfabetização e letramento com crianças surdas na faixa etária de
05 à 13 anos no ensino fundamental ou mais, sendo que esse modelo de ferramenta
torna os computadores, dispositivos móveis em plataformas de aplicativos
acessíveis para pessoas surdas com ou sem auxílio de pessoas ouvintes.
Todas as escolas precisam se adaptar o
quanto antes às necessidades dos estudantes da nova geração, que estão cada vez
mais conectados, na educação do presente para o futuro precisamos de pessoas
com um diferencial para atender esse tipo de deficiência, uma nova tecnologia e
uma cultura pedagógica sustentada pela inovação voltada a esse público. Nunca a
educação esteve tão inovadora como hoje. Ainda é preciso insistir no fato de
que libras é uma língua e o objetivo deste, é pensar em algumas questões
relativas a surdez, num momento oportuno e particularmente pertinente, quanto a
um olhar diferenciado a questões sociais a língua de sinais e a surdez
“abrem-se” para dois mundos desconhecidos entre si o surdo em relação ao mundo
ouvinte e o do ouvinte em relação ao mundo surdo.
Há um sentimento de mudança pairando no
ar.… já que muitas conquistas foram alcançadas como a oficialização de libras,
o direito de o surdo ter um intérprete nas universidades, a obrigatoriedade de
formação nas áreas de licenciaturas no ensino superior para surdos, a inclusão
de Libras em alguns currículos. Sem dúvida o momento é de reflexão para os dois
lados e ondas de boas práticas e inovadoras tecnologias que se infiltram dentre
as velhas práticas com novas práticas a serem descobertas.
Nesse processo inclusivo de boas
práticas o caminho tem sido lento em nosso país e apresenta muitas variedades.
O aceso e a permanência de todos os alunos com ou sem deficiência na escola são
garantidos por lei, porém esses aspectos somente têm validade se o aluno, de
fato, sentir-se acolhido e incluído pela comunidade escolar e obter êxito em
sua trajetória acadêmica e tecnológica. A educação especial constitui-se,
portanto, como uma proposta pedagógica que assegura recursos e serviços para
apoiar completamente, suplementar e substituir serviços educacionais comuns,
utilizando novos modelos de aplicativos, computadores, dispositivos móveis
acessíveis para pessoas
surdas. Realizar em todos os níveis,
etapas e modalidade de ensino para assegurar aos alunos com as necessidades
educacionais especiais as condições para ter acesso à escola e permanecer nela,
assim como para desenvolver todas as suas potencialidades.
Desse modo, a educação especial está
fundamentada nos princípios de individualização, normalização e integração.
Obedecendo aos valores democráticos de igualdade, participação ativa e respeito
aos direitos e aos deveres socialmente estabelecidos. Não há informações
definidas sobre como se relacionar e ensinar alunos surdos, é necessário dizer
que a ideia de pessoas com necessidades educacionais pertencentes a tais
categorias, possam utilizar métodos educacionais tecnológicos definidos em um
conjunto de características comuns. Dentro da educação especial o movimento de
integração busca demonstrar o potencial de pessoas com deficiência para a
aprendizagem e o trabalho, abrindo uma possibilidade com essas novas
tecnologias. Com isso a escola Centro Integrado de Estudo André Gadelha na
Paraíba observou que as vantagens nas novas formas de visualizar, traduzir e
utilizar essas ferramentas tecnológicas, gera um aprendizado dentro e fora do
contexto escolar, e também observa certas desvantagens como as condições
financeiras, pela falta de divulgação, a falta de interesse dos pais,
instituições e até mesmo de professores visando uma reflexão diária de todos,
onde podemos revolucionar no processo de ensino-aprendizagem criando classes
especiais.
Uma das crenças mais recorrentes quando
se fala em língua de sinais é que ela é universal, mas temos uma ideia errônea.
Uma vez que essa universalidade está ancorada na ideia de que toda língua de
sinais é um código simplificado aprendido e transmitido aos surdos de forma
geral, é muito comum pensar que todos os surdos falam a mesma língua em
qualquer parte do mundo.
Referencias
BERGAMO, Regiane Banzzatto. Educação especial pesquisa e prática.
Editora Ibpex. Curitiba, 2010.
FACION, José Raimundo. Inclusão escolar e suas implicações. 2.Ed.Rev. e
atual. Editora Ibpex. Curitiba, 2009.
FERNANDES, Sueli. Educação de Surdos. Editora
Ibpex. Curitiba, 2007.
GESSER, Audrei. LIBRAS? Que língua é essa? Crenças e preconceitos em torno da língua de
sinais e da realidade surda. Parábolas Editorial, São Paulo, 2009.
Estratégias de ensino 14.
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
APLICATIVO "ARAMUMO"AUXILIA NO DISTURBIO DE DISLEXIA
APLICATIVO “ARAMUMO” AUXILIA
NO DISTÚRBIO DE DISLEXIA
Por Zelinda Aparecida Machado
Polo – Campo Largo
Data 25/08/2017
Tecnologia tornando-se uma grande
aliada das escolas no ensino aprendizagem trazendo grandes benefícios, a educação
inclusiva

Fonte: casadaptada.com.br
Coordenadores
pedagógicos e professores estão vivendo nos dias de hoje um grande desafio nas
escolas, que é o da inclusão seja ela com a deficiência física cognitiva ou
social, com isso surge ai uma imensa necessidade de buscar novos métodos que
venham a facilitar o ensino aprendizagem de todos os educandos, sendo assim
torna-se necessário buscar novas alternativas que promovam a inserção de
crianças de qualquer inclusão no ambiente escolar e na sociedade facilitando o
seu desenvolvimento.
Sabe-se
que a tecnologia vem trazendo muitos benefícios para as escolas, tendo como
proposta o estímulo ao aprendizado incluindo os deficientes físicos, social e
cognitivo ao ambiente escolar, visto que a tecnologia não substitui outras
atividades, mas torna-se um suporte a mais no desenvolvimento dos alunos. Pensando nestas crianças, e no seu
desenvolvimento e aprendizagem e também levando em conta as dificuldades encontradas
pelos professores, a Escola Maria Sobral, resolveu fazer uso de um aplicativo
para auxiliar no ensino aprendizagem de alunos com dislexia, no período de alfabetização.
Dislexia é um distúrbio genético que dificulta a leitura, escrita e associação
de letras e sons, quase sempre diagnosticado quando criança por volta dos oito
anos de idade, assim que são alfabetizados, sendo uma das maiores incidências em
sala aula.
Portanto
o aplicativo escolhido para auxiliar na alfabetização destes alunos foi o
aramumo, “este aplicativo foi criado por um grupo de estudantes do Instituto
Tecnológico de Aeronáutica que participou de um desafio para criar os primeiros
aplicativos em Língua Portuguesa para crianças e jovens com dislexia.”Aramumo é
um aplicativo que se resume em três jogos educativos desenvolvidos para smartphone
e tablets, e que vem a ajudar pessoas que demonstram dificuldades em relacionar
o reconhecimento e interpretação dos sons às palavras e silabas. É um
aplicativo de fácil acesso e de baixo custo, além de ser um jogo educativo, é lúdico
e acaba se tornando atraente para as crianças por ser colorido, o seu objetivo
é o de alfabetizar de forma divertida auxiliando nos distúrbios e transtornos
mas também podendo ser utilizado por todos desenvolvendo uma melhor socialização.
MESA DIGITAL- JOGOS E
CONTEÚDOS EDUCATIVOS E INCLUSIVOS
Jaqueline Da Silva De Lima RU: 1248770
Pólo – Campo Largo - PR
Data: 21/08/2017
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Plataforma permite o
aprendizado por meio de brincadeiras (Foto: PlayMove/ Divulgação)g1.globo.com
Contar com a tecnologia em sala de
aula pode fazer toda a diferença no aprendizado da criança. No norte do Paraná algumas
escolas da rede pública ganharam novas ferramentas para tornar as aulas mais
dinâmicas que ajudam na inclusão de alunos com deficiência.
Essa ferramenta é a mesa digital que
vem sendo utilizada no contra turno por alunos que apresentam alguma
deficiência ou dificuldade de aprendizado, como autismo e síndrome de down, ela
possui aplicativos das disciplinas tradicionais como português, história,
matemática, ciências entre outros que estimulam o raciocínio, memória e a
percepção para crianças a partir de 3 anos de idade.
Esses jogos e aplicativos despertam a
criatividade e deixam os jogadores concentrados na atividade, observadores dos
passos dos colegas quando utilizado em grupo, comprometidos e curiosos em
descobrir cada vez mais essa tecnologia.
A mesa digital é sensível ao toque,
porém também reconhece outros acessórios como pincel, plástico e metal, através
dela o aprendizado é lúdico, interativo e coletivo, esse aprendizado acontece
porque a educação é na linguagem da criança.
Diversão e aprendizado para educação
infantil e anos iniciais, ao mesmo tempo em que ensina ela oferece inclusão a
tecnologia dentro das escolas. Possui conexão com a internet oferecendo sempre
novos jogos e atualizações.
Estão disponíveis mais de 60 jogos e
livros para a plataforma, porém cada unidade custa em torno de 5 mil reais.
Nos
últimos anos a mesa digital vem se fazendo presente nas escolas de todas as
regiões do país, são mais de 700 escolas que utilizam essa tecnologia para
aprimorar o conhecimento das crianças e adolescentes com alguma dificuldade de
aprendizagem, porém muitas escolas ainda não têm acesso a essa tecnologia que
tem feito a diferença na vida de muitas crianças e também de seus familiares.
DOSVOZ: tecnologia para inclusão no ambiente escolar
Por: Ivone Kulka, RU1028862
Polo Campo Largo - PR
Postado em: 25 de agosto de 2017
Hoje quando falamos de acessibilidade logo vemos que o avanço tecnológico ajuda muito no surgimento de novas tendências na área da educação, onde alunos podem aprender em qualquer lugar e no horário que preferirem. Para que isso funcione é preciso que o professor se torne uma ponte entre a tecnologia e a educação gerando para a sociedade um olhar positivo sobre essa nova forma de ensinar.
Essa tecnologia já vem auxiliando várias pessoas, por exemplo, uma aluna com deficiência visual que está concluindo seus estudos graças a dedicação de professores comprometidos com a educação que utilizam da tecnologia a seu favor para ensinar.
A aluna mencionada no exemplo foi entrevistada recentemente, porém preferiu manter sua identidade anônima e para explicar o processo de aprendizado iremos chama-la de Maria. Maria tem 17 anos e está no segundo ano do ensino média do Colégio Estadual José Bonifácio localizado no município de Campo Largo – PR. Maria não nasceu cega, porém adquiriu uma infecção grave no nervo ótico e após passar por várias cirurgias e tratamentos que não foram eficazes, começou a perder sua visão lentamente e dia após dia foi diminuindo sua capacidade de enxergar as coisas, hoje Maria só vê vultos. Maria também tem outra dificuldade a ser superada, que é não saber ler e nem escrever em braile. O processo de aprendizado do braile para pessoas que já nascem sem visão é bem mais fácil do que para pessoas que já enxergaram e perdem a visão com o tempo. O método então escolhido pelos professores para ensinar Maria é o seguinte, tudo é escrito no quadro e lido em voz alta para que ela possa ouvir e assim no final ela pode tirar uma foto do quadro com seu celular para que em sua casa possa aprofundar seus conhecimentos com ajuda da sua mãe que faz a leitura das fotos tiradas por Maria. Para melhorar ainda o aprendizado, toda a matéria é enviada por e-mail para Maria que por sua vez com auxílio do sistema DOSVOZ, todas as informações contidas no e-mail são lidas pelo sistema e transformadas em áudio, assim todo conteúdo é transmitido de forma eficaz. Maria tem consciência de que se não existisse o avanço tecnológico e o desenvolvimento desse sistema não teria condições de continuar seus estudos. Maria não para por aí, após terminar o ensino médio quer fazer uma graduação em massoterapia.
A acessibilidade tecnológica foi desenvolvida para ajudar pessoas como Maria, que pode contar com um sistema desenvolvido para deficientes visuais. O sistema DOSVOX se comunica com o usuário através de síntese de voz, viabilizando o uso de computadores por deficientes visuais. Ele foi desenvolvido pela Faculdade do Rio de Janeiro pelo Doutor e Professor Antônio Borges. Dedicado unicamente a desenvolver e criar programas tecnológicos de acessibilidade também desenvolveu outro sistema chamado Micro Fênix que auxilia pessoas tetraplégicas, onde permite que a comunicação seja feita com o reconhecimento dos sons da voz que são transportados para um teclado virtual. Por ironia do destino este sistema foi desenvolvido para sua esposa que era médica e ficou tetraplégica depois de uma cirurgia.
VOCÊ SABE O QUE É TECNOLOGIA ASSISTIVA?
VOCÊ SABE O QUE É TECNOLOGIA ASSISTIVA?
Por TANIA VIEIRA ARANTES LOPES
Polo – CAMPO LARGO
Data 25/08/2017
Fonte: Uninter
Lide: Você sabe o que é Tecnologia Assistiva? Ela permite a inclusão de pessoas com deficiência na educação, no trabalho, no lazer, na cultura e na sociedade.
“A TA é uma área do conhecimento de característica interdisciplinar que engloba produtos, recursos, metodologias estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade relacionada a atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência , qualidade de vida e inclusão social.”
“A TA também oferece conhecimento e informações, realiza a formação e produz pesquisas que possam ser uteis as pessoas que já nasceram com a deficiência, ou pessoas recém-deficientes, ou amputados que são orientados onde conseguir, próteses simples até as mais sofisticadas”.
As pessoas nascidas deficientes ou pessoas que sofreram algum acidente ou doença, que o deixaram, com alguma sequela, debilidade e mobilidade reduzida, podem se apropriar destas tecnologias em benefício da inclusão social.
Por meio da internet, pode-se buscar conhecer melhor a TA, basicamente, ainda não há outro meio de localizar. O que existe fisicamente são Faculdades, Associações, Softwares, Núcleos de Informática na Educação Especial. Ao qual integram a tecnologia assistiva, permitindo assim que pessoas façam pesquisas e moldes, para cada necessidade especial.
Fazendo com que pessoas e situações sejam minimizadas, por meio do acesso e link de necessidades com a tecnologia. Pois a internet é o intermédio para a chegada da informação e sua necessidade especial de cada indivíduo.
Então havendo uma necessidade haverá a busca pelo conhecimento e conforto para tentar sanar estas dificuldades encontradas pela nossa sociedade.
A pessoas apenas ficam sabendo da TA, quando na família, hospitais ou em estudos, são levadas ao conhecimento deste procedimento que é tão útil para a vida das pessoas.
Por que quanto mais houverem pessoas a procurar este tipo de recurso, mais pessoas poderão ser beneficiadas, tornando-se assim pessoas autônomas.
As tecnologia assistivas já existentes são:
• Prancha touch scream, para pessoas com pouca mobilidade nas mãos e braços;
• Prancha impressa com desenhos de ações de atividades durante o dia, para que a pessoa com deficiência se aproprie e entenda a sua rotina.(hora da biblioteca, recreio, informática e artes);
• Prancha com velcro das figuras de rotinas que podem tanto ser utilizadas na escola quanto na própria casa por exemplo de uma criança autista grau 3, facilitando assim a forma de comunicação e diminuindo a ansiedade;
• Existem celulares com aplicativo gratuito com aplicação de pré-fala;
• No caso da deficiência Visual, foram desenvolvidas bengalas, com sensores de luz e de objetos, permitindo assim maior acessibilidade do deficiente visual nas ruas e calçadas;
• Próteses de pernas e braços;
• Cadeiras de rodas;
• Livros em braile;
• Mouses adaptados;
E poderão fazer parte do cotidiano das pessoas com deficiência, tanto nas escolas, como em suas casas, por que a mobilidade é sinal de ação e ação é independência.
Na sociedade há espaço para todos.
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