sexta-feira, 25 de agosto de 2017

UM PAI QUE PROPORCIONOU A VOZ A SUA FILHA

UM PAI QUE PROPORCIONOU A VOZ A SUA FILHA
Por Adão Padilha Gonçalves, RU 1747351
Polo – Campo Largo PR

Data 24/08/2017


Diante de uma circunstância, onde um pai vê sua filha com dificuldade em se comunicar devido a uma paralisia cerebral por conta de um erro médico no parto nasce um aplicativo que revoluciona suas vidas. O Livox foi criado pelo próprio pai e a princípio com o uso apenas do que se dispunha, o celular! Uma ferramenta a favor da inclusão com pessoas que apresentam deficiências na fala ou doenças como Autismo, Paralisia Cerebral, Esclerose Múltipla, AVC e Traumatismo Craniano Encefálico. Este aplicativo de inclusão e empoderamento  para pessoas com deficiência vem com muita eficiência e utilidade tanto dentro do seio familiar, como na utilização em instituições de ensino, em todas as disciplinas e faixas etárias. Apenas com o uso de um tablete já é possível uma iniciação com simples toques na tela. Este aplicativo faz por si só uma correção inteligente do que o usuário busca podendo ser os temas mais variados como: figuras, letras, palavras, vídeos, músicas e até provas escolares. Nível comunicativo: promove e incentiva a intenção comunicativa; facilita a expressão das necessidades e sentimentos; promove o desenvolvimento da comunicação em cada etapa da língua; promove a comunicação através de imagens e som por associação; promove a comunicação por meio de frases; usando palavras rápidas e de diferentes categorias semânticas; articulação; fluência e clareza na linguagem; reforço oral para ser capaz de ouvir as vozes e praticar sua pronúncia; permite o acesso mais fácil: Leitura global, leitura compreensiva e escrita, a estrutura gramatical correta, ortografia alfabética; promove o conhecimento dos nomes dos objetos e como eles são pronunciados; favorecendo a comunicação oral com base em suas habilidades; permite acesso a novo vocabulário e o uso correto deste em diferentes situações na vida cotidiana. Nível de aprendizagem: aumenta a capacidade de atenção e concentração; suporta a compreensão das perguntas, instruções e informações gerais; facilita a identificação da imagem de si mesmo e membros de sua família; fortalece a memória, recordando imagens de situações da vida diária; fortalece as funções executivas do cérebro: a memória, planejamento, resolução de problemas; exercita a memória de curto e médio prazo; promove a compreensão da informação visual e auditiva recebida; facilita a compreensão dos conceitos relacionados com o espaço e ao tempo; diminui o tempo de aprendizagem para leitura e entendimento; gera habilidades para atividades de planejamento, observação do exercício, descrição, comparação e análise; fortalece a compreensão semântica: Entender o que cada palavra significa, estruturar frases completas; habilidades e exercícios de pensamento; Detalhes da observação, Descrição por vários critérios cor, forma, tamanho. Com um curto vídeo institucional no link https://www.youtube.com/watch?v=K0_uPu04OMQ é possível entender melhor o funcionamento desta ferramenta de trabalho e inclusão para pessoas com deficiência. Disponível em 25 idiomas e obteve uma premiação apoiada pela ONU. A comunicação é de suma importância para nós e significa uma expressiva liberdade e posicionamento em nossa sociedade além, da alegria e sentimento de satisfação em se comunicar. É claro que para o uso desta ferramenta será necessário as pessoas terem disponível acesso a internet e equipamentos como smartphones, tablets ou computadores.  
Fonte das informações: http://www.livox.com.br

DEFICIENTES AUDITIVOS UM CLIP PARA O SABER


Por Michelle Palmieri
Polo – Campo Largo - PR
Data 09/08/2017

Fonte: http://www.prodeaf.net/



 
 






    
A tecnologia transformou nossas vidas, dispensa serviços que antes dispensávamos muito tempo para fazer, hoje com apenas alguns clicks, resolvemos tudo muito rápido.

Em um clique você pede comida; outro clique, lá vem um táxi; no outro, paga uma conta , em outro, coloca filtros nas fotos e em outro você aprende Libras, isso mesmo Libras!

O mundo do deficiente auditivo na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) que surgiu como um meio de comunicação entre surdos e ouvintes considerando-a como uma linguagem tão importante quanto às demais nos possibilitando um novo processo de aprendizagem, teve sua origem na língua de sinais francesa, não se trata de uma linguagem universal, pois cada país tem sua própria estrutura dependendo da cultura ali vivenciada.

Você sabia que no mundo, são quase 360 milhões de pessoas com deficiência auditiva e, no Brasil, temos mais de 10 milhões de surdos. Aqui, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é a segunda língua oficial do país, instituída pela Lei 10.436/2002.
“Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.”.  
 A grande parte dos deficientes auditivos utilizam Libras como sua língua primária e cerca de 90% dessa população não é alfabetizada em Língua Português, ou, apresenta grande dificuldade de leitura e escrita.
O Aplicativo ProDeaf é um conjunto de softwares capazes de traduzir texto e vozes em português para Libras – a Língua Brasileira de Sinais, você pode instalá-lo no smartphones, tablets, computadores e sites mais utilizados, tem por objetivo a Integração dos deficientes auditivos, a inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, através a comunicação sem barreiras entre os indivíduos, favorece o pleno desenvolvimento de toda a sociedade e da educação. Ele traduz o texto escrito e as falas ou conversas para a personagem em 3D que faz a tradução em Libras, para a realidade e compreensão dos deficientes auditivos.

Todos os alunos que tenham qualquer tipo de deficiência tem o direito a frequentar um colégio e, sendo assim o Professor deve pensar em uma maneira de auxiliar os alunos.

O Colégio Estadual Santa Felicidade está enfrentando um desafio na inclusão de alunos com deficiência auditiva, no 6º ano do ensino fundamental, com faixa etária de 11 anos de idade. A Professora de Língua Portuguesa está usando o APP ProDeaf que é um tradutor simultâneo para Libras.

A vantagem do uso desse App facilitará o ensino aprendizagem desses alunos de inclusão, a Professora consegue ministrar suas aulas normalmente com textos escritos, livros, escrita em quadros, explicações orais, leituras, projeção multimídia, apresentações etc., assim o aluno consegue acompanhar as aulas normalmente, podendo ler mentalmente ou digitá-lo no App para uma tradução explicativa visual em libras facilitando a comunicação entre professor, aluno e colegas.

A avaliação desses alunos será mais efetiva, pois o aplicativo viabiliza essa interação. A professora ainda poderá acompanhar esses alunos de maneira mais objetiva; aplicando trabalhos, provas, atividades, apresentações, etc.


Portanto, automaticamente os demais alunos se interessarão pelo aplicativo, assim de maneira natural acontecerá à inclusão.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

ABC E AUTISMO, UM TOQUE QUE PODE AJUDAR

ABC E AUTISMO, UM TOQUE QUE PODE AJUDAR

Por Heloisa Sant’Anna Kiló RU 1232791
Polo – Campo Largo
24/08/2017
Fonte: Reprodução / PlayStore.

            Atualmente no mundo a cada 50 crianças, uma é diagnosticada com TEA (Transtorno do Espectro Autista). O autismo é um transtorno do neurodesenvolvimento com impactos importantes no desenvolvimento do indivíduo que começa a se manifestar no primeiros três anos de vida, gerando grandes dificuldades na comunicação, interação social e aprendizagem.
            E é na dificuldade de aprendizagem que a tecnologia surge para auxiliar crianças no processo de alfabetização. Muitos aplicativos estão sendo desenvolvidos e muitos também já estão em pleno funcionamento em escolas e nas casas de crianças com autismo.
Assim como o aplicativo ABC Autismo, que já passou dos 40 mil downloads, e que visa auxiliar crianças diagnosticadas com TEA que apresentam dificuldades de aprendizagem. O aplicativo foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto Federal de Alagoas, inspirado no Programa de Tratamento e Educação para Autistas e Crianças (TEACCH), da Carolina do Norte (EUA), o qual é reconhecido mundialmente por ser utilizado em práticas pedagógicas no processo de alfabetização de crianças autistas.
            Segundo Monica Ximenes, coordenadora do projeto que desenvolveu o aplicativo, o ABC se baseia em quatro níveis de dificuldade, onde nos dois primeiros a criança aprende habilidades como transposição e discriminação.  Já a partir do terceiro nível, o usuário precisa impor um pouco mais de atenção, pois o grau de complexidade aumenta. E no quarto nível, o aplicativo direciona-se a questão do letramento, onde a criança inicia o reconhecimento de vogais, separação de sílabas e formação de palavras.
            Na prática o aplicativo foi testado em uma escola da rede municipal da cidade de Barbacena, que atende alguns alunos diagnosticados com TEA e estão na fase de alfabetização. Segundo a professora Silabaria, o primeiro contato com o aplicativo foi empolgante, pois ele apresenta atividades que possibilitam a criança a desenvolver sua concentração, pois conta com atividades lúdicas que facilitam a apreensão da atenção.
            O aluno XR de seis anos, se mostra empolgado a cada atividade desenvolvida no aplicativo, ele já explorou os dois primeiros níveis, e segundo observações da professora, ele vem apresentado bons resultados de acordo com a complexidade que a cada nova fase vai exigindo.
            Uma das facilidades deste aplicativo, segundo a professora entrevistada, é que ele apresenta uma boa interface, o que representa um aliado para a criança, pois seu acesso é facilitado, aprimorando assim sua autonomia.
            Já a coordenadora pedagógica, que supervisiona os trabalhos realizados com os alunos e estas tecnologias, relata que o aplicativo ainda precisa de melhorias, pois seria necessário mais módulos com graus de dificuldades maiores.

            O fato é que as tecnologias estão realizando um ótimo trabalho em conjunto com as dificuldades de aprendizagem que alunos autistas apresentam durante o processo de alfabetização. Com a interferência do professor, elas podem proporcionar aos alunos uma chance a mais de cada vez estar mais inclusos dentro da sala de aula. Mas uma questão gera receios, para que a tecnologia possa ser considerada realmente como uma ferramenta de aprendizagem na inclusão, é necessário que todos possam ter o acesso, o que infelizmente sabemos que não é o que encontramos em muitas escolas no Brasil.
INCLUSÃO DIGITAL E SUA IMPORTÂNCIA NA EDUCAÇÃO
Por :Andreia Pereira, RU 1074461, Denise Bianco Zavati, Ru 1070135, Josiane Aparecida Manera Vidal, Ru 1064012, Márcia Aparecida Fedalto, Ru 1071197.
Polo – Campo Largo
Data: 21/08/2017


Fonte: Portal da Educação

A tecnologia contribui de forma precisa nas mais diversas áreas. No dia a dia do ser humano, ela tem modificado a maneira da sociedade se comportar, agir, pensar, estudar, trabalhar, relacionar, enfim, criar. Assim, podemos citar que a tecnologia é incluída com grande receptividade, tornando o cotidiano mais prático e organizado.
Na educação, o movimento da inclusão, aqui entendido como a garantia de acesso, permanência e sucesso da criança com deficiência, com transtornos globais de desenvolvimento ou com altas habilidades/superdotação, pode ser um diferencial para a educação de todas as crianças. A presença desta criança na sala regular tem exigido um conjunto de estratégias e procedimentos de ensino.
Com o objetivo de apoiar o tratamento multidisciplinar de pacientes com o Transtorno de Déficit de Atenção (TDAH), um professor no Brasil cria o aplicativo Life Coach. O app é uma ferramenta desenvolvida especializado em TDAH e que funciona como suporte cotidiano para o acompanhamento do tratamento, auxiliando a administrar da melhor forma o transtorno.
Esse aplicativo pode ser utilizado por crianças a partir dos 4 anos, jovens e adultos e, é possível que a criança registre objetivos a serem alcançados em seu dia a dia, como a realização de simples atividades pessoais como arrumar o quarto, ter horário para estudar etc. A ideia é que pontos sensíveis para quem tem TDAH sejam trabalhados e que uma rotina seja estabelecida, já que essa pode ser uma das dificuldades causadas pelo transtorno, assim como hiperatividade e desatenção.Esse aplicativo pode ser utilizado nas disciplinas de Educação Física e Artes, permitindo trabalhar com a concentração no que querem focar. Dessa forma, aprendem a trabalhar e construir uma estrutura a partir do que querem, começam a fazer novas escolhas e criar novos hábitos comportamentais, reduzindo em alguns casos a paralisia comportamental, construindo uma ponte entre o local onde o aluno está (“estado atual”) e aonde ele quer chegar (“estado desejado”). Esse método proporciona a valorização da criança, enquanto pessoa, e direciona a utilização da imaginação criativa, visando o desenvolvimento da educação subjetiva. Este programa é pioneiro e envolve novos enfoques da pedagogia, estando intimamente ligado ao desenvolvimento integral das técnicas utilizadas, adaptadas a faixa etária a partir dos 6 - 7 anos. Caracteriza-se por canalizar a energia da criança de forma lúdica e agradável insistindo no desenvolvimento imaginativo e permitindo o desenvolvimento do potencial mental. A criança possibilita a reciclagem da experiência, desde que haja disponibilidade de espaço e através do desenvolvimento da “imagery” (visualização, imaginação) e do relaxamento. A criança aprende a lidar com o stress, manter uma excelente saúde, eliminar medos imaginários, bem como tensões, superar hábitos indesejáveis, desenvolver a auto-imagem positiva, reforçar auto-confiança de forma a promover uma autoestima elevada. Além disso, aprende a utilizar imagens mentais, que a ajudarão a obter uma maior concentração, raciocínio e memória, entendimento superior e, consequentemente, melhor aprendizagem. As técnicas para estudar com maior eficácia são a parte importante deste aplicativo, tornando o estudo uma atividade prazerosa. O programa oferece soluções efetivas para os problemas da idade e desenvolve recursos para um constante crescimento, respeitando a liberdade de pensamento tendo como desvantagem o uso inadequado aos processos de super aprendizagem.
Quando um aluno é incluído digitalmente, ele estará inserido a sociedade da informação de modo a evitar a exclusão social, pelo uso das tecnologias de informação e comunicação, tendo direito ao livre acesso à informação. Para apresentarmos a conceitualização de inclusão digital, a dimensão da proposta de inclusão, citamos as palavras de Teixeira onde ressalta que o alargamento do conceito de inclusão digital para uma dimensão reticular, caracterizando-o como um processo horizontal que deve acontecer a partir do interior dos grupos com vista ao desenvolvimento de cultura de rede, numa perspectiva que considere processos de interação, de construção de identidade, de ampliação da cultura e de valorização da diversidade, para que apartir de uma postura de criação de conteúdos próprios e de exercícios de cidadania possibilite a quebra do ciclo de produção, consumo e dependência tecnocultural.
Cabe aos educadores incentivar e participar destas iniciativas para inteirar a escola no mundo informatizado.



O USO DA TECNOLOGIA NO PROCESSO DE INCLUSÃO




O USO DA TECNOLOGIA NO PROCESSO DE INCLUSÃO

Por : Aríete das Chagas Maia RU 952171, Ana Cristina Gonçalves Vieira RU 1179849, Rosineia Aparecida Moreira RU952329, Rosana do Rocio Moreira dos Santos RU 710051                 .                
Polo- Campo Largo
Data- 23/08/2017


         A pesquisa dessa reportagem aconteceu com o aluno Kaio Gabriel do Bonfim Sarnick e com a professora interprete Angela Cristina Rossa, na Escola Municipal do Campo Augusto Pires de Paula.
            O aluno Kaio tem surdez profunda, ou seja, não possui resíduos auditivos capazes de captações sonoras utilizando-se da comunicação espaço-visual, a LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais -  propriamente dita, esta sendo sua língua materna. ‘Esta regida pela Lei 10.436 de 2002, que reconhece a Língua Brasileira de Sinais como a de comunicação entre surdos. Foi sancionada pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso em 24 de abril de 2002, entrando em vigor a partir dessa mesma data. Regulamentada através dos decretos 5.626/2006 que garante a aprendizagem do aluno surdo e ainda a capacitação de profissionais ( instrutores e intérpretes) na área.
            Tem sempre a companhia da intérprete, realiza atendimento três vezes por semana, sendo dois dias com Apoio Pedagógico, CAE- AS (Centro Atendimento Especializado na Área da Surdez) e um dia na oficina de libras destinada ao conhecimento e aprendizagem da língua pela comunidade escolar.
            O trabalho com o aluno foi iniciado no ano de 2015 com estimulação, uma vez que seus laudos ainda não eram comprovados. No mês de agosto deste mesmo ano, após confirmação de deficiência auditiva, foi iniciado o trabalho com a Libras, somente uma vez por semana, pois o mesmo tinha três anos de idade, e não poderia ser inserido em turma por não ter idade para freqüentar a educação infantil.
            Em sala de aula a professora conta com várias ferramentas tecnológicas como TV, usando filmes interpretados em libras, o data show para apreciação de histórias digitalizadas, imagens, bem como a própria internet, o pendrive e o computador.
            Como tudo se resume a tecnologia, outras atividades são desenvolvidas não necessariamente se utilizando desses recursos tecnológicos pedagógicos, mas que remota a modernização de outros recursos tecnológicos atuais como a batedeira e o fogão aplicados durante o estudo de texto instrucional (fazer um bolo).
            Vivemos hoje o vigoroso desenvolvimento da tecnologia, os quais representam um espetacular panorama de recursos que podem ser utilizados para a aprendizagem de alunos com as mais variadas necessidades educacionais especiais. 

quarta-feira, 23 de agosto de 2017


ESTUDANTES COM AUTISMO E PARALISIA CEREBRAL RECEBEM TABLETES COM APLICATIVO LIVOX QUE FACILITA A COMUNICAÇÃO

Por :Andressa Ramos dos Santos, RU 1392066
       Giane A. Ribeiro Vieira,            RU 782851
       Elenita Martins Schmidt,           RU 1396240
Polo – Campo Largo - PR
Data (23/08/2017)



Fonte: site Livox

 Alunos de escolas municipais de Campo Largo, que possuem alguma deficiência física ou intelectual passaram a utilizar o aplicativo Livox, o qual facilitará a comunicação com familiares, professores e colegas de turma, 200 estudantes com autismo e paralisia cerebral receberam nesta terça-feira (7) tablets com o aplicativo Livox.  A ferramenta cujo nome vem do latim e significa liberdade e voz, é um aplicativo brasileiro que permite pessoas com deficiência na fala se comunicar dentro e fora de sala de aula, foi criado pelo pernambucano Carlos Pereira, para dar uma melhor qualidade de vida e estimular o potencial de sua filha, Clara, de nove anos com paralisia cerebral por conta de um erro médico no parto; o aplicativo Livox já ajudou mais de 20 mil pessoas com deficiências a se comunicarem, começará a ser utilizado por alguns estudantes de todas as idades, das escolas municipais em Campo Largo, com autismo e paralisia cerebral. O aplicativo Livox consegue atender diferentes deficiências e doenças, como autismo, ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) e sequelas de AVC (Acidente Vascular Cerebral), com potencial de ajudar muitas pessoas com dificuldades de fala. De acordo com Organização Mundial de Saúde, existem cerca de um bilhão de pessoas com deficiências no mundo.

O aplicativo vai facilitar a comunicação com familiares, professores e colegas de turma, pois,120 estudantes com autismo e paralisia cerebral receberam tablets com o aplicativo Livox. A entrega dos equipamentos aos alunos da rede municipal de ensino de Campo Largo aconteceu na Escola Municipal Especial Professora Neuza Lucia Jokimsen Barbosa, localizada no bairro Nossa Senhora do Pilar em Campo Largo. Foram entregues ainda outros 340 tablets para todas as escolas que têm salas de recursos multifuncionais, onde professores da educação especial atendem os estudantes com deficiência. O montante investido foi de R$ 5,5 milhões.

O aplicativo Livox, tem catálogos de palavras e imagens que são reproduzidas em áudio quando selecionadas ou digitadas. Através dele, os usuários podem relatar emoções, indicar que querem comer, selecionar desenhos, filmes, jogos e músicas, e a ferramenta também facilita a alfabetização e o estudo de conceitos de disciplinas como a matemática. “O tablet com o Livox e vários outros aplicativos com conteúdo pedagógico vai abrir diversas possibilidades para esses alunos, será uma ferramenta importante não só para eles, como também para pais e professores", considera a secretária de Educação de Campo Largo, Dorotéia Merchiori Stoco.



                                                        Fonte: site Livox


Na capacitação dos docentes realizada pela secretaria de educação de Campo Largo foi apresentada aos mesmos as possibilidades do aplicativo e seu potencial para o uso pedagógico com alunos que têm algum tipo de deficiência, sobretudo os que têm dificuldade de fala. Esta ferramenta veio facilitar a vida de muitos familiares que andavam com pastas, fichários e cartões de comunicação. O aplicativo está disponível em 25 idiomas, o Livox foi premiado pela ONU como o melhor aplicativo de inclusão social do mundo. O software é um produto da empresa do segmento de Negócios Sociais Agora Eu Consigo Tecnologias de Inclusão Social Ltda., voltada ao desenvolvimento de produtos, soluções, serviços e treinamentos que viabilizam a inclusão social e a acessibilidade de pessoas com deficiência no convívio familiar e social.